PARANÁ

PCPR prende cinco suspeitos por roubo de carga de R$ 500 mil e cárcere de motorista

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A Polícia Civil do Paraná (PCPR) prendeu cinco pessoas suspeitas de roubar uma carga de presunto avaliada em R$ 500 mil e manter o motorista do caminhão em cárcere privado. As prisões ocorreram na madrugada de sábado (03), menos de 48 horas após o crime, com apoio da Polícia Militar de São Paulo (PMSP).

O roubo aconteceu na noite de sexta-feira (02), em Contenda, na Região Metropolitana de Curitiba. O motorista foi abordado pelos criminosos durante o transporte da carga, e o caminhão foi levado. A vítima permaneceu sob poder dos envolvidos.

Após o crime, a PCPR iniciou as buscas para localizar o motorista, rastrear a carga e identificar os suspeitos. Informações repassadas pela Polícia Rodoviária Federal (PRF) e pela Polícia Militar do Paraná (PMPR) auxiliaram as equipes no levantamento dos deslocamentos.

Ainda na sexta-feira, os investigadores identificaram o veículo usado no crime e constataram que o caminhão havia sido levado para São Paulo com as placas trocadas, segundo o delegado da PCPR André Feltes.

Na noite de sábado (03), quatro suspeitos retornaram ao Paraná utilizando o mesmo veículo empregado no roubo. Após serem monitorados pelas equipes policiais, eles foram abordados em uma rodovia de Campina Grande do Sul, na Região Metropolitana de Curitiba, e presos.

Paralelamente, os investigadores descobriram onde a carga havia sido levada e repassaram as informações à Polícia Militar de São Paulo. Um homem foi localizado com o caminhão, que estava estacionado em uma empresa de Bariri (SP), e preso em flagrante. A carga de presunto foi recuperada integralmente.

Na manhã de domingo (04), o motorista foi encontrado e libertado em uma região de mata em São José dos Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba. Um sexto envolvido, apontado como responsável por manter a vítima em cárcere, ainda não foi identificado.

Os cinco presos foram autuados em flagrante por roubo agravado pela restrição da liberdade da vítima e adulteração de sinal identificador de veículo automotor. Eles foram encaminhados ao sistema penitenciário, enquanto as investigações continuam.